
O empreendedor normalmente inicia uma empresa tendo como base o conhecimento técnico relacionado à área produtiva do novo negócio. Inicialmente, as finanças básicas são controladas, mesmo sem a visão de um consultor com conhecimento na área. Entretanto, com o crescimento e amadurecimento do empreendimento, é preciso um controle mais específico.
Quando a empresa começa a crescer, em alguns casos, é percebida a necessidade de maior atenção para a administração financeira. As primeiras manifestações dessa necessidade surgem quando começam os questionamentos. A formação de preços estaria correta? Porque ainda não temos um fluxo de caixa? E os custos, estariam dentro da normalidade?
Assim, surge a necessidade de organizar dados que proporcionam um diagnóstico geral da empresa e contribuem para o processo de tomada de decisão. Para assumir essa função, um consultor ou empresa de consultoria especializada pode trazer a solução. “O consultor tem o papel de transformar e organizar os processos gerais da empresa. Ele possui a competência necessária para alinhar o conhecimento técnico do empreendedor às suas capacidades em administração”, afirma o consultor Bruno Faria.
Na maioria das vezes, o que se percebe é que as pequenas e médias empresas apresentam maior deficiência nos seus controles, provocada pela centralização de muitas atividades numa só pessoa. O principal gestor, que geralmente é o proprietário, assume o papel de acionista, diretor administrativo, diretor operacional, etc. Assim, ele não dispõe de muito tempo para inovar e analisar os procedimentos para execução dos processos.
Desta forma, os trabalhos da consultoria empresarial são importantes para apoiar a otimização do fluxo de informações que resultam em ganhos e benefícios, melhorando a competitividade. A consultoria empresarial pode auxiliar positivamente as empresas à implementar soluções com base em um diagnóstico embasado.
Assim, são tarefas do consultor:
1. Diagnosticar as necessidades organizacionais e sistêmicas da empresa;
2. Verificar os principais problemas existentes nos sistemas e controles internos;
3. Propor mudanças aos principais gestores;
4. Ajudar na seleção e escolha dos fornecedores e dos produtos e serviços oferecidos para a implementação;
5. Ajudar na escolha da metodologia de implementação.